{"id":39153,"date":"2017-01-12T23:10:44","date_gmt":"2017-01-13T01:10:44","guid":{"rendered":"https:\/\/redeicm.org.br\/maededeus\/?page_id=39153"},"modified":"2022-08-02T11:14:50","modified_gmt":"2022-08-02T14:14:50","slug":"historico","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/legado.redeicm.org.br\/saojose\/historico\/","title":{"rendered":"Sobre a Unidade Socioassistencial"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center\"><strong>HIST\u00d3RICO DA UNIDADE SOCIOASSISTENCIAL EDUCAND\u00c1RIO S\u00c3O JOS\u00c9 DO BEL\u00c9M DESDE 1909\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Em 23 de janeiro de 1909 a Institui\u00e7\u00e3o foi fundada pelas Irm\u00e3s do Imaculado Cora\u00e7\u00e3o de Maria, como Col\u00e9gio Nossa Senhora do Ros\u00e1rio, quando as irm\u00e3s Rita do Cora\u00e7\u00e3o de Maria, Prisca do Sant\u00edssimo Sacramento e Laurentina do Precioso Sangue instalaram-se no bairro oper\u00e1rio do Belenzinho em S\u00e3o Paulo. Na \u00e9poca, elas contaram com o apoio de Dom Duarte Leopoldo e Silva, pastor da ent\u00e3o recente criada Arquidiocese de S\u00e3o Paulo. \u00c0 medida que a escola foi crescendo em prest\u00edgio, tamb\u00e9m foi crescendo em tamanho. Com o tempo, o modesto pr\u00e9dio de 1909 n\u00e3o dava mais conta adequadamente do grande n\u00famero de alunos e a institui\u00e7\u00e3o foi ampliada, tendo suas instala\u00e7\u00f5es chegando at\u00e9 a rua vizinha. Com o tempo a velha escola sofreu uma pequena mudan\u00e7a. Possivelmente para maior comodidade e seguran\u00e7a dos alunos, a entrada do Educand\u00e1rio S\u00e3o Jos\u00e9 do Bel\u00e9m mudou-se da movimentada avenida Celso Garcia para a rua Bel\u00e9m.\u00a0 No dia 17\/05\/1982, \u00a0iniciou-se como Obra Social atendendo crian\u00e7as e adolescentes da regi\u00e3o Bel\u00e9m tendo em vista a vulnerabilidade social onde os pais trabalhavam e suas crian\u00e7as ficavam sozinhos em casa correndo o risco de alguns acidentes dom\u00e9sticos sem contar com a pobreza\u00a0 e invas\u00f5es que aumentava na regi\u00e3o o numero de corti\u00e7os.. No entanto tendo em vista o carisma da Congrega\u00e7\u00e3o e a \u00a0Busca continua da Vontade Deus, buscou se ent\u00e3o\u00a0 iniciar\u00a0 este trabalho respondendo a necessidade do momento.\u00a0\u00a0Atualmente atendemos 184 crian\u00e7as e adolescentes no turno inverso da escola\u00a0 e seus familiares \u00a0no SCFV (Servi\u00e7o de Conviv\u00eancia e Fortalecimento de V\u00ednculos) desenvolvendo Oficinas pedag\u00f3gicas e atividades em grupo de conviv\u00eancia. E o Projeto M\u00e3os que Constroem Cidadania atendendo 30 jovens e adultos na idade de 19 a 65 anos com oficinas de Costura e artesanato, e tamb\u00e9m temos o curso de gastronomia com 12 participantes.<\/p>\n<p><strong>HIST\u00d3RICO DA UNIDADE<\/strong><\/p>\n<p>Em 23\/01\/1909 come\u00e7ou como Col\u00e9gio Nossa Senhora do Ros\u00e1rio, acolhendo 38 alunos com regime de internado;<\/p>\n<ul>\n<li>Em 18\/04\/1911 passa a ter o nome de Asilo S\u00e3o Jos\u00e9 do Bel\u00e9m com 28 alunos (16 externos e 12 internos);<\/li>\n<li>Em 13\/06\/1911 a casa da Celso Garcia foi hipotecada e assume a d\u00edvida o Senhor Conde de Prates. Motivo que levou o Conde de Prates a ter efetivado o pagamento da d\u00edvida das irm\u00e3s foi, morte de seu filho Joaquim Prates em Paris de acidente;<\/li>\n<li>Em 24\/06\/1911, a Madre Rita como gesto de agradecimento, manda trocar a placa de \u201cAsilo S\u00e3o Jos\u00e9 do Bel\u00e9m\u201d para \u201cAsilo Joaquim Prates\u201d;<\/li>\n<li>Em 14\/02\/1912, o Conde de Prates pede que Madre Rita substitua a placa de \u201cASILO JOAQUIM PRATES\u201d para a antiga: Asilo S\u00e3o Jos\u00e9 do Bel\u00e9m. At\u00e9 26\/06\/1915 a comunidade<\/li>\n<li>\u201cAsilo S\u00e3o Jos\u00e9 do Bel\u00e9m\u201d continua como resid\u00eancia na Celso Garcia. Existe aus\u00eancia de relatos mais detalhados sobre a mudan\u00e7a da Celso Garcia para a Rua Bel\u00e9m.\n<ul>\n<li>Em 29\/06\/1915 iniciam-se as obras da Rua Bel\u00e9m or\u00e7adas em 26:647$000 pelo empreiteiro de obras Senhor Augusto Bonatto.<\/li>\n<li>Em 06\/08\/1915, Madre Rita envia requerimento \u00e0 C\u00e2mara pedindo isen\u00e7\u00e3o de impostos: prediais, cal\u00e7adas e esgoto (8\u00ba requerimento).<\/li>\n<li>Em 17\/03\/1916, T\u00e9rmino da constru\u00e7\u00e3o do Externato S\u00e3o Jos\u00e9 do Bel\u00e9m pelo valor de 26:647$000.<\/li>\n<li>Em 12\/08\/1916, paga-se toda a d\u00edvida da constru\u00e7\u00e3o \u00e0 Rua Bel\u00e9m s\u00f3 com esmolas de pessoas que gostavam das irm\u00e3s.<\/li>\n<li>Em 19\/03\/1916 benze a casa da Rua Bel\u00e9m pelo Rvmo Padre Levignani S.J.<\/li>\n<li>Em 04\/11\/1916 \u00e9 despachado o requerimento da Camara, onde isenta o Asilo S\u00e3o Jos\u00e9 do Bel\u00e9m, dos impostos: prediais, esgota e cal\u00e7ada. \u00c9 perdoado os impostos desde 1909 \u00e0 1916 no valor de 6:080$000.<\/li>\n<li>Em 28\/10\/1917, o M\u00e9dico da sanit\u00e1ria visita o Asilo e d\u00e1 o prazo de 90 dias para ser este fechado ou demolido. Madre Rita, encaminha essa intima\u00e7\u00e3o para a Madre Geral.<\/li>\n<li>Em 18\/11\/1917 Madre Rita recebe carta da Rvma Madre Geral (n\u00e3o fala o nome dela na cr\u00f4nica, erro grave) que diz: \u201cEm vista da intima\u00e7\u00e3o da Sanit\u00e1ria o conselho est\u00e1 de acordo que se trate da demoli\u00e7\u00e3o da casa velha e d\u00ea as provid\u00eancias para a nova constru\u00e7\u00e3o, depois de ter obtido a aprova\u00e7\u00e3o do Exmo. Sr.Arcebispo Dom Duarte.<\/li>\n<li>Em 14\/01\/1918, os oper\u00e1rios come\u00e7am a demolir a casa velha.<\/li>\n<li>Em 05\/02\/1918, o Revmo. Padre Plebani S.J, depois da missa rezada na capela do Asilo em honra de S\u00e3o Jos\u00e9, benze com cerimonia os alicerces e coloca o primeiro tijolo na nova constru\u00e7\u00e3o da casa velha demolida em 14\/01\/1918. Esta constru\u00e7\u00e3o foi or\u00e7ada em 28:535$000 pelo empreiteiro S.r. Domingos Corr\u00eaa.<\/li>\n<li>Em 02\/06\/1918 termina a constru\u00e7\u00e3o da parte interna, come\u00e7ada \u00e0 05\/02\/1918.<\/li>\n<li>Em 05\/06\/1918, o Revmo. Padre Plebani reza missa na capela do Asylo em a\u00e7\u00e3o de gra\u00e7as e depois desta benze com cerim\u00f4nia a casa.<\/li>\n<li>Em 09\/02\/1920, termina o tempo de governo da Madre Rita- primeira superiora e fundadora deste Asylo \u2013 desde 23 de janeiro de 1909 \u00e0 09\/02\/1920 \u2013 portanto, foi seu governo de 11 anos e 17 dias;<\/li>\n<li>Recebe carta da Revma. Madre Geral e do conselho nomeando-o superiora do Col\u00e9gio de Rio Claro para onde viajou dia 10\/02\/1920;<\/li>\n<li>Em 10\/02\/1920, 2\u00aa Superiora do Asylo S\u00e3o Jos\u00e9 do Bel\u00e9m, Madre M.Inoc\u00eancia do S.S. Sacramento recebe a transfer\u00eancia da Madre Geral Ignez de S\u00e3o Luiz. Madre M.Inoc\u00eancia era superiora do Col\u00e9gio Cora\u00e7\u00e3o de Maria de Santos.<\/li>\n<li>No dia 07\/02\/1926, por ter terminado seu tempo de Superiora, Madre Inoc\u00eancia partiu para o Rio Grande do Sul.<\/li>\n<li>Em 08\/02\/1926, assume a 3\u00aa Superiora do Asylo S\u00e3o Jos\u00e9 do Bel\u00e9m, Madre Maria de Lourdes da Concei\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li>Em 06\/02\/1928, assume a 4\u00aa Superiora do Asylo S\u00e3o Jos\u00e9 do Bel\u00e9m, Madre Theresinha do Menino Jesus.<\/li>\n<li>Em 08\/02\/1936, assume a 5\u00aa Superiora do Asylo S\u00e3o Jos\u00e9 do Bel\u00e9m, Madre Ruth de S\u00e3o Jos\u00e9.<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<li>Em 30\/01\/1941, assume a 6\u00aa Superiora, do Asylo S\u00e3o Jos\u00e9 do Bel\u00e9m, Madre Maria L\u00edlia de S\u00e3o Jo\u00e3o evangelista.<\/li>\n<li>Em 04\/02\/1943, assume a 7\u00aa Superiora, do Asylo S\u00e3o Jos\u00e9 do Bel\u00e9m, Madre Teresinha do Meninos Jesus.<\/li>\n<li>Em 07\/03\/1944, assume a 8\u00aa Superiora, do Asylo S\u00e3o Jos\u00e9 do Bel\u00e9m, Madre Maria Lucia de Nossa Senhora do Perpetuo Socorro.<\/li>\n<li>Em 09\/02\/1950, assume a 9\u00aa Superiora, do Asylo S\u00e3o Jos\u00e9 do Bel\u00e9m, Madre Maria Crisanta do Esp\u00edrito Santo.<\/li>\n<li>Em 04\/01\/1953, assume a 10\u00aa Superiora, do Asylo S\u00e3o Jos\u00e9 do Bel\u00e9m, Madre M.Ars\u00eania de Santa Terezinha.<\/li>\n<li>Em 11\/12\/1959, assume a 11\u00aa Superiora, do Asylo S\u00e3o Jos\u00e9 do Bel\u00e9m, Madre Maria Honorina do Cora\u00e7\u00e3o de Maria.<\/li>\n<li>Em 17\/02\/1964, assume a 12\u00aa Superiora, do Asylo S\u00e3o Jos\u00e9 do Bel\u00e9m, Madre Maria Ars\u00eania de Santa Terezinha.<\/li>\n<li>Em 01\/1966, assume a 13\u00aa Superiora, do Asylo S\u00e3o Jos\u00e9 do Bel\u00e9m, Madre Maria Alice Nunes Netto.<\/li>\n<li>Em 16\/02\/1968, assume a 14\u00aa Superiora, do Asylo S\u00e3o Jos\u00e9 do Bel\u00e9m, Madre Ars\u00eania Fabris.<\/li>\n<li>Em 15\/02\/1968, assume a 15\u00aa Diretora do Asylo S\u00e3o Jos\u00e9 do Bel\u00e9m, Irm\u00e3 Vanda Cecilia Hummes<\/li>\n<li>Em 01\/1972, assume a 16\u00aa Diretora do Asylo S\u00e3o Jos\u00e9 do Bel\u00e9m,Irm\u00e3 Idalina Bocchi<\/li>\n<li>Em 01\/1974, assume a 17\u00aa Diretora do Asylo S\u00e3o Jos\u00e9 do Bel\u00e9m, Irm\u00e3 Elisa Bristot<\/li>\n<li>Em 01\/1980, assume a 18\u00aa Diretora da Escola S\u00e3o Jos\u00e9 do Bel\u00e9m, Irm\u00e3 Ars\u00eania Fabris<\/li>\n<li>Em 13\/08\/1980, assume a 19\u00aa Diretora da Escola S\u00e3o Jos\u00e9 do Bel\u00e9m, In\u00eas Benelli<\/li>\n<li>Em 1982 chegou-se a decis\u00e3o, que j\u00e1 era decis\u00e3o do Governo Geral e Provincial, de suspender as atividades escolares. Passou a partir desse ano com SERVI\u00c7O SOCIAL-OBRA SOCIAL.<\/li>\n<li>Em 16\/01\/1981, foi dado entrada na (5\u00aa D.E.) o requerimento para o fechamento, em seguida a Delegada de Ensino, Am\u00e9lia Saldiva, deram as orienta\u00e7\u00f5es para a montagem do processo de fechamento<\/li>\n<li>Em 1982, Educand\u00e1rio S\u00e3o Jos\u00e9 do Bel\u00e9m teve como Diretora a Irm\u00e3 L\u00facia Manzano. Irm\u00e3 Maria Aparecida Gasparetto era a Coordenadora.<\/li>\n<li>Em 30\/03\/1982, Encerramento das atividades Escolares do Educand\u00e1rio S\u00e3o Jos\u00e9 do Bel\u00e9m. Escola de Educa\u00e7\u00e3o Infantil e 1\u00ba Grau. Este deu-se com a entrega de todas as transfer\u00eancias aos alunos e o acervo da Escola na 5\u00aa D.E. \u00e1 rua Piratininga nr.51 em S\u00e3o Paulo.<\/li>\n<li>Em 27 \u00e0 30\/12\/1981, O Cap\u00edtulo Provincial, tomou posi\u00e7\u00e3o em favor dos \u201cpobres e oprimidos, atrav\u00e9s da Decis\u00e3o capitular nr.02, Irm\u00e3 Maria Rosilene Parolin era a Provincial. O Educand\u00e1rio agora, como Centro Educacional Comunit\u00e1rio, atende crian\u00e7as na faixa de 04 a 14 anos, vindos de corti\u00e7os do Bairro Bel\u00e9m e arredores. O Bispo que acolheu e apoiou essa mudan\u00e7a, foi Dom Luciano C\u00e2ndido de Almeida, bispo da regi\u00e3o Bel\u00e9m. Teve in\u00edcio no dia 17\/05\/1981, com 32 crian\u00e7as. Recebiam refei\u00e7\u00f5es, refor\u00e7o escolar e atividades diversas.<\/li>\n<li>Ainda em 1982, NOVA OBRA: CENTRO COMUNIT\u00c1RIO EDUCAND\u00c1RIO S\u00c3O JOS\u00c9 DO BEL\u00c9M.<\/li>\n<li>Em 05\/01\/1982- primeira visita oficial \u00e0 comunidade pela coordenadora provincial, Irm\u00e3 Maria Rosilene.Objetivo da visita: informar a comunidade o parecer do Conselho<\/li>\n<\/ul>\n<p>Provincial, sobre o destino desta CASA. Tendo prevalecido a ideia de revert\u00ea-la em Obra Assistencial por orienta\u00e7\u00e3o de Dom Luciano C\u00e2ndido de Almeida.<\/p>\n<ul>\n<li>Em 25\/02\/1982, recebemos a visita de Irm\u00e3 Zoleima Perondi, membro do Governo Geral- Setor Assistencial- Porto Alegre e Irm\u00e3 Maria Rosilene Parolin e Irm\u00e3 Maria Teresinha<\/li>\n<li>Matiello do Setor Assistencial do Conselho Provincial. Objetivo: auxiliar a Obra nesta fase inicial.<\/li>\n<li>Em 23\/03; 25\/03;03\/04\/1982- Visita de Irm\u00e3 Maria Rosilene Parolin com o objetivo de avaliar e encaminhar o processo da nova atividade da OBRA.<\/li>\n<li>Em 16\/05\/1982, Missa a ser celebrada pelo bispo Dom Luciano C\u00e2ndido de Almeida, \u00e0s 7:15, pedindo as b\u00ean\u00e7\u00e3os e luzes para a nova Obra e as crian\u00e7as que iniciaram no dia 17\/05\/1982.<\/li>\n<li>Em 27\/05\/1982, Reuni\u00e3o com a Professora Maria Estela Santos Graciani (PUC) \u00e0 fim de programar junto \u00e0s Irm\u00e3s e estagi\u00e1rios as atividades a serem dados \u00c0s crian\u00e7as.<\/li>\n<li>Em 01\/07\/1982, Irm\u00e3 Maria Rosilene visita a Obra, com objetivo de junto a Professora Maria Estela e a Psicologa Aiza Jacques e a Professora Luiza de Fonoaudi\u00f3loga, organizar o plano das atividades a serem aplicadas \u00e0s crian\u00e7as de 4 a 6 anos.<\/li>\n<li>Em 23 \u00e0 24\/09\/1982, Presen\u00e7a de nossa provincial Maria Rosilene Parolin acompanhada de Irm\u00e3 Marta Maria Bracini. Objetivo dessa visita: visitar as crian\u00e7as, visto estar na fase inicial e colher alguns dados de nossa primeira experi\u00eancia como Obra Social.<\/li>\n<li>Em 24 a 25\/10\/1982, presen\u00e7a de Irm\u00e3 Zoleima Perondi com Irm\u00e3 Rosilene para avaliar as atividades da nova Obra e reflex\u00e3o sobre a necessidade de transformar-se para transformar.<\/li>\n<li>Em 12\/11\/1982, foi firmado o primeiro conv\u00eanio com a Prefeitura Municipal de S\u00e3o Paulo, Sr. Prefeito Dr.Salin Bernati. O conv\u00eanio assinado com a Prefeitura, orienta\u00e7\u00e3o s\u00f3cio educativa do menor (OSEM), a partir desta data, passa a dar atendimento a 60 menores de ambos os sexos de, na faixa et\u00e1ria de 07 a 14 anos, em regime de semi-internato.<\/li>\n<li>Em 01\/1983- Diretora da Obra Irm\u00e3 N\u00e9lia Maria Pizi. Irm\u00e3 Ars\u00eania Fabris, secret\u00e1ria da Obra e recepcionista e fazia as fichas s\u00f3cio econ\u00f4mica.<\/li>\n<li>Em 01\/1985, Diretora da Obra Irm\u00e3s Maria Aparecida dos Santos<\/li>\n<li>Em 1986 o Educand\u00e1rio j\u00e1 acolhe 150 crian\u00e7as e registra 15 funcion\u00e1rios.<\/li>\n<li>Em 11\/07\/1987, Diretora da Obra, Irm\u00e3 Le\u00f4nia Terezinha Weber<\/li>\n<li>Em 1995, Diretora da Obra, Irm\u00e3 Sebastiana Expedita de Souza<\/li>\n<li>Em 1997, Diretora da Obra, Irm\u00e3 Ana Lurdes Marques Ramos<\/li>\n<li>Em 2001, Diretora da Obra, Irm\u00e3 Maria Terezinha Oro<\/li>\n<li>Em 2003, Diretora da Obra, Irm\u00e3 Maria Rosilene Parolin<\/li>\n<li>Em 2007, representante oficial da SEC Irm\u00e3 Maria Terezinha Oro e Diretora<\/li>\n<li>Em 2014, Diretora da Obra, Irm\u00e3 Irene Schimidt<\/li>\n<li>Em 2015, Diretora da Obra, Irm\u00e3 Adelaide Queiroz Lima<\/li>\n<li>Em 01\/01\/2016, Diretora da Obra, Irm\u00e3 Alice Maria Duarte<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>PERFIL DA POPULA\u00c7\u00c3O- TERRIT\u00d3RIO<\/strong><\/p>\n<p>O Servi\u00e7o CCA \u201cConviver e Aprender\u201d mantido pela Sociedade Educa\u00e7\u00e3o e Caridade &#8211; SEC por meio do Educand\u00e1rio S\u00e3o Jos\u00e9 do Bel\u00e9m est\u00e1 localizado no bairro do Belenzinho (Distrito do Bel\u00e9m), na regi\u00e3o Leste da capital paulista. Segundo dados oficiais, este distrito possui uma \u00e1rea de cerca de 6 km\u00b2, tem uma popula\u00e7\u00e3o di\u00e1ria de 45.057 pessoas, cerca de<\/p>\n<ol start=\"36\">\n<li>994 moradores, domiciliado e possui cerca de 5.625 estabelecimentos entre servi\u00e7os, com\u00e9rcios e ind\u00fastrias<a href=\"https:\/\/redeicm.org.br\/saojose\/wp-admin\/post.php?post=39325&amp;action=edit#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>conforme dados respectivos de 2000 \u00e0 2010 tendo como refer\u00eancia o Centro Regional de Assist\u00eancia Social \u2013 CRAS Mooca (com abrang\u00eancia para atuar nos bairros: Tatuap\u00e9, Mooca, Br\u00e1s, Pari, \u00c1gua Rasa e Bel\u00e9m), e participa\u00e7\u00e3o ass\u00eddua no CMDCA, COMAS e o FAS \u00f3rg\u00e3os de discuss\u00e3o acerca da pol\u00edtica de assist\u00eancia social da cidade.<\/li>\n<\/ol>\n<p>O Bairro do Bel\u00e9m j\u00e1 em 1880 era uma regi\u00e3o bem conhecida dos paulistanos, devido a sua altitude, ao ar puro, aos vastos pomares e \u00e0s grandes \u00e1rvores. Sua fama de esta\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica se espalhou gra\u00e7as \u00e0s enormes ch\u00e1caras, mans\u00f5es e solares dos poucos ricos paulistanos. Por\u00e9m, essa aparente tranquilidade mudou por volta de 1910, com a chegada das primeiras ind\u00fastrias, primeiramente as f\u00e1bricas de vidro no Bel\u00e9m e, em seguida algumas tecelagens come\u00e7aram a se instalar nas imedia\u00e7\u00f5es. Foi o suficiente para que o progresso chegasse, fazendo com que o n\u00famero de oper\u00e1rios e moradores triplicasse de um ano para o outro.<\/p>\n<p>Um marco importante no bairro \u00e9 a Vila Maria Z\u00e9lia, a primeira vila de oper\u00e1rios do Brasil, construida entre 1911 a 1916. Idealizada pelo industrial Jorge Luis Street, a Vila era uma continua\u00e7\u00e3o da sua ind\u00fastria, oferecendo condi\u00e7\u00f5es dignas para cerca de 2100 oper\u00e1rios que l\u00e1 trabalhavam.\u00a0 Existente at\u00e9 hoje, a Vila, atualmente, \u00e9 um condom\u00ednio fechado e abriga cerca de 100 familias.<\/p>\n<p>O Bairro possui diversas escolas, sendo algumas particulares entre as melhores da cidade, transportes com acesso a v\u00e1rias localidades da cidade, inclusive uma esta\u00e7\u00e3o de metr\u00f4, Bel\u00e9m, uma rede de sa\u00fade com postos de sa\u00fade e hospitais pr\u00f3ximos, rede de supermercados, lojas, farm\u00e1cias, parque etc.<\/p>\n<p>Embora, o bairro possua todos esses servi\u00e7os, esse progresso n\u00e3o chegou a toda sua popula\u00e7\u00e3o. O \u00edndice de exclus\u00e3o social na regi\u00e3o \u00e9 alt\u00edssimo, pois aqui se encontra um grande contingente de fam\u00edlias em risco e vulnerabilidade social, habitando em moradias prec\u00e1rias e insalubres, tais como: corti\u00e7os e pens\u00f5es, presentes em boa parte do bairro. Muitos desses moradores possuem renda salarial baixa, tendo que pagar aluguel e ainda sustentar a fam\u00edlia, com m\u00e9dia de 05 membros cada.<\/p>\n<p>Encontram-se nessa regi\u00e3o muitos moradores das periferias da cidade, que veem diariamente ao bairro para trabalhar, principalmente no setor t\u00eaxtil. Muitos trazem seus filhos, isso quando n\u00e3o os deixam sozinhos nas resid\u00eancias, expostos a riscos diversos.<\/p>\n<p>A falta de pol\u00edticas mais abrangentes, principalmente no setor de habita\u00e7\u00e3o, \u00e9 outro agravante local. N\u00e3o diferente de outros locais da cidade, nos quais as ocupa\u00e7\u00f5es irregulares do solo, mais conhecidas como favelas e atualmente vistas como comunidade. Na comunidade Nelson Cruz, localizada no bairro, habitam diversas fam\u00edlias que vivem em condi\u00e7\u00f5es de vida muito prec\u00e1rias, sendo alvos diretas de todo o tipo de riscos e vulnerabilidades sociais.<\/p>\n<p>Outra presen\u00e7a bastante marcante s\u00e3o os estrangeiros, que desde o s\u00e9culo XX habitam o bairro. Atualmente, temos v\u00e1rias nacionalidades, muitos s\u00e3o bem sucedidos e donos de v\u00e1rios com\u00e9rcios do entorno, todavia, esse fluxo de imigra\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m traz algumas particularidades ao bairro. Atualmente, os imigrantes latinos, sobretudo os bolivianos, s\u00e3o em sua maioria absorvidos pela ind\u00fastria t\u00eaxtil que os empregam em regime de trabalho bastante prec\u00e1rio, muitas vezes, beirando a semi escravid\u00e3o, aproveitando-se de sua fragilidade social e econ\u00f4mica, na qual esse grupo se encontra. Para agravar essa situa\u00e7\u00e3o limite de exclus\u00e3o social, muitos se encontram irregular no Brasil, n\u00e3o tendo acesso aos direitos m\u00ednimos que os nativos t\u00eam. Outro contingente de estrangeiro que habita o bairro s\u00e3o os imigrantes oriundos da \u00c1frica. Sujeitos a duplo preconceito, o racial e social. No aspecto econ\u00f4mico, aos imigrantes africanos se encontram em uma situa\u00e7\u00e3o mais prec\u00e1ria do que os latinos, j\u00e1 que esses s\u00e3o absorvidos por uma rede prec\u00e1ria de produ\u00e7\u00e3o, que constantemente \u00e9 fiscalizada pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico para garantir condi\u00e7\u00f5es dignas de trabalho. J\u00e1 os africanos, vivem de pequenos afazeres, \u201cbico\u201d. Nem mesmo a ind\u00fastria t\u00eaxtil irregular se interessa por essa popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>RECURSOS HUMANOS COLABORADORES E FUN\u00c7\u00d5ES<\/strong><\/p>\n<p>A unidade Socioassistencial Educand\u00e1rio S\u00e3o Jos\u00e9 do Bel\u00e9m conta com a equipe T\u00e9cnica de Dire\u00e7\u00e3o, Vice dire\u00e7\u00e3o, Assistente Social, Coordenadora Pedag\u00f3gica Social, Psic\u00f3loga e Educadores. Contamos tamb\u00e9m com os servi\u00e7os de apoio: Recursos humano, Contabilidade, Secret\u00e1ria, Recep\u00e7\u00e3o, Manuten\u00e7\u00e3o e Limpeza, Cozinha e Volunt\u00e1rios.<\/p>\n<p>\u00c9 dentro desse contexto social se encontra a unidade Socioassistencial Educand\u00e1rio S\u00e3o Jos\u00e9 do Bel\u00e9m com os Servi\u00e7os CCA: \u201cConviver e Aprender\u201d, e o Projeto de Enfrentamento a Pobreza \u201cM\u00e3os que Constroem Cidadania, oferecendo servi\u00e7os para promo\u00e7\u00e3o da vida. Um territ\u00f3rio paradoxal que ao mesmo tempo ostenta uma popula\u00e7\u00e3o com um poder econ\u00f4mico consider\u00e1vel, mas que tamb\u00e9m possui uma enorme massa de pessoas sem emprego, com pouca ou nula escolaridade e qualifica\u00e7\u00e3o profissional.<\/p>\n<p>Estes Servi\u00e7os Socioassistenciais, al\u00e9m de auxiliar a Institui\u00e7\u00e3o a se tornar um apoio para diminuir a exclus\u00e3o social desta localidade, propicia oportunidades de aprendizado, para haver uma transforma\u00e7\u00e3o da pessoa e do territ\u00f3rio, por meio da forma\u00e7\u00e3o humana e crist\u00e3, bem como um conv\u00edvio harmonioso consigo, com as pessoas, com a natureza e com Deus. Propiciando sempre uma reflex\u00e3o acerca da realidade e acreditando que uma nova vis\u00e3o de mundo, com oportunidades de aprendizado pode mudar a vida de uma pessoa, de uma fam\u00edlia e principalmente de uma comunidade.<\/p>\n<p><strong>O que existe e o que pretendemos<\/strong><\/p>\n<p><strong>SERVI\u00c7O CCA<\/strong><\/p>\n<p>A unidade socioassistencial Educand\u00e1rio S\u00e3o Jos\u00e9 do Bel\u00e9m, est\u00e1 vinculado ao SUAS, na prote\u00e7\u00e3o social b\u00e1sica oferecendo o servi\u00e7o de conviv\u00eancia e fortalecimento de v\u00ednculos atrav\u00e9s do CCA. O servi\u00e7o CCA atende Crian\u00e7as e adolescentes de 06 a 14 anos e 11 meses, no per\u00edodo inverso da escola.<\/p>\n<p>A procura do servi\u00e7o acontece atrav\u00e9s de encaminhamento do CRAS (Centro de Refer\u00eancia de Assist\u00eancia Social) ou por procura espont\u00e2nea das fam\u00edlias na unidade socioassistencial e Edital anual com oferecimento de vagas e data estipulada da inscri\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Nosso objetivo \u00e9 promover a forma\u00e7\u00e3o integral, o desenvolvimento das habilidades f\u00edsicas e mentais e o cuidado com a vida, atrav\u00e9s da viv\u00eancia de valores humanos, \u00e9ticos e religiosos. temos a miss\u00e3o de promover e defender a vida de crian\u00e7as e adolescentes, em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade e risco social e pessoal.<\/p>\n<p>Realizamos as atividades em tr\u00eas m\u00f3dulos, com oficinas pedag\u00f3gicas e grupo de conviv\u00eancia, tendo em vista as necessidades de cada modulo, respeitando os par\u00e2metros do plano de a\u00e7\u00e3o e as condi\u00e7\u00f5es reais de atendimento.<\/p>\n<p>Periodicidade: De segunda-feira \u00e0 sexta-feira em dois per\u00edodos, manh\u00e3: das 7:00 as 12:00 e Tarde: das 12:00 \u00e0s 17:00 hs.<\/p>\n<p>Neste ano de 2017, temos a previs\u00e3o para atender a 170 crian\u00e7as conforme o previsto no plano de a\u00e7\u00e3o de 2017.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<table width=\"606\">\n<tbody>\n<tr>\n<td colspan=\"2\" width=\"606\">\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Modulo 1, de 06 a 08 anos<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 Modulo 2, de 9 a 11 anos<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center\"><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Modulo 3 de 12 anos a 14 anos e 11meses<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"text-align: center\" width=\"189\"><strong>TEM\u00c1TICAS\u00a0\u00a0 <\/strong><\/td>\n<td style=\"text-align: center\" width=\"417\"><strong>A\u00c7\u00d5ES <\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td rowspan=\"3\" width=\"189\">&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Conviv\u00eancia e Fortalecimento de V\u00ednculos<\/td>\n<td width=\"417\">\n<table width=\"606\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"text-align: center\" width=\"417\">Oficina da Vida<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"text-align: center\" width=\"417\">Oficina da Beleza<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"text-align: center\" width=\"417\">Oficina de Hardware<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td rowspan=\"3\" width=\"189\">\n<p style=\"text-align: center\">Oficina Espa\u00e7o do Conhecimento<\/p>\n<p style=\"text-align: center\">Oficina de Inform\u00e1tica &#8211; MATIFIC<\/p>\n<\/td>\n<td width=\"417\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"417\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"417\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td rowspan=\"4\" width=\"189\">&nbsp;<\/td>\n<td style=\"text-align: center\" width=\"417\">Oficina Corpo e A\u00e7\u00e3o (Ed. F\u00edsica)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"417\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"text-align: center\" width=\"417\">Oficina Arte e Movimento (Teatro)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"text-align: center\" width=\"417\">Oficina de Musicaliza\u00e7\u00e3o<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>Projeto de Enfrentamento a Pobreza \u201cM\u00e3os que Constroem Cidadania\u201d.<\/strong><\/p>\n<p>Este projeto Possibilita, em conson\u00e2ncia com a LOAS, a\u00e7\u00f5es que garantam a conviv\u00eancia familiar e comunit\u00e1ria; visando contribuir na erradica\u00e7\u00e3o da pobreza por meio de ensino t\u00e9cnico e artesanal com foco na matriz familiar, buscando ainda fortalecer a capacidade produtiva e de gest\u00e3o para melhoria das condi\u00e7\u00f5es gerais de subsist\u00eancia, contribuindo desta maneira para supera\u00e7\u00e3o da trajet\u00f3ria de exclus\u00e3o, oferecendo alternativas de desenvolvimento social e profissional, viabilizando o acesso a ferramentas de trabalho condizentes com a atual exig\u00eancia do mercado estimulando o melhor exerc\u00edcio de sua cidadania. O servi\u00e7o atende jovens e adultos de 19 a 65 anos de idade, duas vezes por semana.<\/p>\n<p>A procura do servi\u00e7o acontece atrav\u00e9s de divulga\u00e7\u00e3o em lojas da localidade e por procura espont\u00e2nea das pessoas na unidade socioassistencial.<\/p>\n<p>O projeto de enfrentamento a pobreza Gera\u00e7\u00e3o de renda: Macram\u00ea, Customiza\u00e7\u00e3o e bordado com Pedrarias, T\u00e9cnica de Pinturas em Tecido e Biscuit, Diversidade Artesanal, Modelagem e Costura, Bordado, Patchwork. Neste ano de 2022, temos a previs\u00e3o para atender a 30 pessoas conforme o previsto no plano de a\u00e7\u00e3o de 2022.<\/p>\n<p>Atualmente, realizamos encontro bimestrais com os Funcion\u00e1rios, para forma\u00e7\u00e3o humana com temas sobre cidadania, rela\u00e7\u00f5es humanas, Pr\u00e1tica Pedag\u00f3gica, Vida e Obra da Fundadora da congrega\u00e7\u00e3o Imaculado Cora\u00e7\u00e3o de Maria: Barbara Maix, e outros que venham colaborar com o planejamento e avalia\u00e7\u00f5es das atividades internas, e tamb\u00e9m realizamos encontro bimestrais com os Pais e ou\/respons\u00e1veis dos usu\u00e1rios matriculados nesta Unidade Socioassistencial.<\/p>\n<p><strong>METODOLOGIA<\/strong><\/p>\n<p>A metodologia utilizada \u00e9 de forma participativa, dialogal e planejada de acordo com as necessidades de cada faixa et\u00e1ria e realidade vivencial de cada usu\u00e1rio e permanentemente aplicada a atividades pr\u00e1ticas e te\u00f3ricas, de car\u00e1ter quantitativo e qualitativo. Visa \u00e0 transforma\u00e7\u00e3o social e cultural dos usu\u00e1rios (crian\u00e7as, adolescentes e fam\u00edlias) do Educand\u00e1rio S\u00e3o Jos\u00e9 do Bel\u00e9m a fim de fazer evoluir os saberes. O saber fazer e o saber ser\u00a0facilita a reflex\u00e3o para a compreens\u00e3o e resolu\u00e7\u00e3o de problemas do cotidiano. Reelaborando novos comportamentos sociais e novos valores. Favorecendo o desenvolvimento do usu\u00e1rio pela reflex\u00e3o sobre a a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As oficinas s\u00e3o planejadas e executadas conforme a idade dos usu\u00e1rios sendo assim divididos: em 3 m\u00f3dulos de 6 a 8, 9 a11 e 12 a 14 anos e 11meses. Oportunizando aos usu\u00e1rios espa\u00e7os para o desenvolvimento de suas habilidades e potencialidade propiciando sua forma\u00e7\u00e3o cidad\u00e3 e fortalecendo os v\u00ednculos familiares e sociais, para a redu\u00e7\u00e3o das vulnerabilidades sociais, visando os eixos das oficinas que \u00e9 a conviv\u00eancia social, a participa\u00e7\u00e3o cidad\u00e3 e o direito de ser, trabalhando em grupo e no individual.<\/p>\n<p>Encontros com as crian\u00e7as e adolescentes, com a finalidade de levantar sugest\u00f5es sobre as atividades desenvolvidas na institui\u00e7\u00e3o abordar temas pertinentes \u00e0 realidade dos nossos usu\u00e1rios. Reuni\u00f5es com funcion\u00e1rios para avaliar o trabalho e encaminhamento de novas propostas. Atrav\u00e9s das oficinas pedag\u00f3gicas e eventos, tendo em vista a participa\u00e7\u00e3o dos usu\u00e1rios, fam\u00edlias e educadores, dando oportunidades dos mesmos a valorizar as suas capacidades. Desenvolvemos a\u00e7\u00f5es que o levem a serem protagonista de sua pr\u00f3pria hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>Para esta metodologia, bimestralmente, s\u00e3o realizadas reuni\u00f5es com os respons\u00e1veis, com o objetivo de estimular o di\u00e1logo entre os membros da fam\u00edlia e a equipe de profissionais envolvidos no Servi\u00e7o de Apoio S\u00f3cio Educativo, a fim de oportunizar formas de supera\u00e7\u00e3o de dificuldades, responsabilidades, bem como, trocas de experi\u00eancias e conhecimentos, na busca de alternativas para qualifica\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es, a partir das trocas de experi\u00eancias e conhecimentos m\u00fatuos entre familiares.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>Organiza\u00e7\u00e3o do Trabalho<\/strong><\/p>\n<p>Problema critico \u2013 Causas \u2013 Alternativa de Solu\u00e7\u00f5es \u2013 Respons\u00e1veis<\/p>\n<p>Pais que veem diariamente ao bairro para trabalhar, principalmente no setor t\u00eaxtil.<\/p>\n<p>Procuram a unidade realizam a matricula seu filho, ele frequenta o servi\u00e7o por um certo tempo e de repente este usu\u00e1rio deixa de frequentar, o procuramos e tomamos conhecimento que o mesmo transferiu-se de bairro ou munic\u00edpio.<\/p>\n<p>Atualmente, os imigrantes latinos, sobretudo os bolivianos, s\u00e3o em sua maioria absorvidos. Pela ind\u00fastria t\u00eaxtil que os empregam em regime de trabalho bastante prec\u00e1rio, muitas vezes, beirando a semi escravid\u00e3o, aproveitando-se de sua fragilidade social e econ\u00f4mica, na qual esse grupo se encontra. Para agravar essa situa\u00e7\u00e3o limite de exclus\u00e3o social, muitos se encontram irregular no Brasil sem documenta\u00e7\u00e3o, n\u00e3o tendo acesso aos direitos m\u00ednimos que os nativos t\u00eam.\u00a0 Essas fam\u00edlias que se encontram em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidades sociais s\u00e3o encaminhadas ao CRAS (Centro de Refer\u00eancia da Assist\u00eancia Social) pela assistente social para que o servi\u00e7o social possa orienta-las e sanar as suas vulnerabilidades.<\/p>\n<p>Devido a defasagem escolar que se encontra os nossos usu\u00e1rios, e seus familiares serem semi analfabetos e falarem o Espanhol os mesmos se sentem com dificuldade de ajudar aos filhos e recorrem a n\u00f3s que n\u00e3o atuamos com este objetivo. Para minimizar esse problema estamos juntos equipe Coordena\u00e7\u00e3o e educadores planejando oficinas e atividades que os levem a desenvolver o racioc\u00ednio e suas habilidades motora e f\u00edsica<\/p>\n<p><strong>S\u00e3o Paulo, 2022<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/redeicm.org.br\/saojose\/wp-admin\/post.php?post=39325&amp;action=edit#_ftnref1\" name=\"_ftn1\"><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a ref=\"magnificPopup\" href=\"https:\/\/redeicm.org.br\/saojose\/wp-content\/uploads\/sites\/22\/2017\/01\/edu-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-39323\" src=\"https:\/\/redeicm.org.br\/saojose\/wp-content\/uploads\/sites\/22\/2017\/01\/edu-1-300x200.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"200\" srcset=\"https:\/\/legado.redeicm.org.br\/saojose\/wp-content\/uploads\/sites\/22\/2017\/01\/edu-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/legado.redeicm.org.br\/saojose\/wp-content\/uploads\/sites\/22\/2017\/01\/edu-1-768x511.jpg 768w, https:\/\/legado.redeicm.org.br\/saojose\/wp-content\/uploads\/sites\/22\/2017\/01\/edu-1-600x400.jpg 600w, https:\/\/legado.redeicm.org.br\/saojose\/wp-content\/uploads\/sites\/22\/2017\/01\/edu-1-250x166.jpg 250w, https:\/\/legado.redeicm.org.br\/saojose\/wp-content\/uploads\/sites\/22\/2017\/01\/edu-1.jpg 960w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>HIST\u00d3RICO DA UNIDADE SOCIOASSISTENCIAL EDUCAND\u00c1RIO S\u00c3O JOS\u00c9 DO BEL\u00c9M DESDE 1909\u00a0 Em 23 de janeiro de 1909 a Institui\u00e7\u00e3o foi fundada pelas Irm\u00e3s do Imaculado Cora\u00e7\u00e3o de Maria, como Col\u00e9gio Nossa Senhora do Ros\u00e1rio, quando as irm\u00e3s Rita do Cora\u00e7\u00e3o de Maria, Prisca do Sant\u00edssimo Sacramento e Laurentina do Precioso Sangue instalaram-se no bairro oper\u00e1rio&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"_acf_changed":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"class_list":["post-39153","page","type-page","status-publish","hentry"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/legado.redeicm.org.br\/saojose\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/39153"}],"collection":[{"href":"https:\/\/legado.redeicm.org.br\/saojose\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/legado.redeicm.org.br\/saojose\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/legado.redeicm.org.br\/saojose\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/legado.redeicm.org.br\/saojose\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=39153"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/legado.redeicm.org.br\/saojose\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/39153\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":42502,"href":"https:\/\/legado.redeicm.org.br\/saojose\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/39153\/revisions\/42502"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/legado.redeicm.org.br\/saojose\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=39153"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}